Habituei-me a não gostar de Woody Allen sem nunca ter pensado muito na razão pela qual não conseguia chegar ao fim dos seus filmes. Em Whatever Works a razão é óbvia: de quem eu não gosto é do actor e não do cineasta. Desta vez, Woody Allen convidou Larry David (outro não-actor) para interpretar o habitual judeu de mal com o mundo, transversal na sua obra, e o resultado não podia ser melhor. Larry David é o melhor Woody Allen de sempre, sem os tiques nervosos nas mãos mas com toda a misantropia esquizofrénica. E desta vez com piada.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Whatever Works
Habituei-me a não gostar de Woody Allen sem nunca ter pensado muito na razão pela qual não conseguia chegar ao fim dos seus filmes. Em Whatever Works a razão é óbvia: de quem eu não gosto é do actor e não do cineasta. Desta vez, Woody Allen convidou Larry David (outro não-actor) para interpretar o habitual judeu de mal com o mundo, transversal na sua obra, e o resultado não podia ser melhor. Larry David é o melhor Woody Allen de sempre, sem os tiques nervosos nas mãos mas com toda a misantropia esquizofrénica. E desta vez com piada.
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